quinta-feira, 15 de julho de 2010

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Texto citando frases da Dra. Fernanda no site

http://www.veterinariosnodiva.com.br/pag27.htm

AÇÃO DUPLA E INVERSA DAS DROGAS, segundo a Homeopatia

Segundo Dra. Fernanda Valvassoura, médica veterinária, cada vez os remédios receitados são mais “fortes”, e mesmo assim as doenças continuam aparecendo. Alguns profissionais, dão o que chamamos de “tiros de canhão para matar formiguinhas”, utilizando 3, 4, 5 remédios diferentes, cada um cobrindo um sintoma específico, pois ninguém admite erros, e se o animal não melhorar logo ele perde seu cliente. Porém, tratar somente os sintomas cria uma legião de doentes crônicos, consumidores vorazes de medicamentos.

No Organon de Hahenmann, obra fundamental da doutrina homeopática, parágrafo 59, a ação dupla e inversa das drogas de ação oposta é descrita, apoiada em experimentos científicos. Ele constatou que os remédios paliativos administrados provocam duas fases distintas e sucessivas de sintomas:

1ª. Efeito primário (do medicamento): é a ação esperada da droga. Ex : ação analgésica, ou anti-térmica, etc.

2ª Efeito secundário (do organismo): é uma reação contrária, oposta ao efeito primário da droga, devido à busca do organismo pelo equilíbrio, pela homeostase. Dessa forma quando a droga for eliminada do organismo, o paciente voltará a sentir os mesmos sintomas, porém 3 vezes mais fortes, e 3 vezes mais duradouros, pois o organismo produziu efeitos depressores contra a ação primária da droga.

Os medicamentos homeopáticos indicados para os desarranjos orgânicos, agem de maneira diferente dos alopáticos. A diferença está no caminho que o organismo utiliza para chegar até a eliminação dos sintomas, que nesse caso não são suprimidos, diferente do que ocorre no método alopático de tratamento.
O que o remédio homeopático faz é o tratamento pela semelhança sintomática, levando a extinção do desarranjo mórbido através do estímulo à força vital do indivíduo, até alcançar o equilíbio. Ele converte o que chamamos de “doença” ( devido à perturbação da força vital) em saúde, através de outra perturbação da força vital, obrigando o organismo a reagir, ao invés de suprimir sua reação.

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